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Ghostwriting

Você tem a história e não tem o tempo — ou não tem a escrita. Eu escrevo o livro a partir de entrevistas, áudios e anotações suas.

O que é um ghostwriter e por que isso não é trapaça

Ghostwriter — escritor fantasma, em português — é o profissional que escreve um texto que será assinado por outra pessoa. É uma prática antiga, absolutamente legítima e muito mais comum do que se imagina: boa parte das biografias de empresários, dos livros de método e das memórias de figuras públicas que você já leu passou por um ghostwriter.

A lógica é simples e a mesma de qualquer outro ofício. Um médico com trinta anos de consultório tem conteúdo para três livros e nenhuma prática de escrita — do mesmo jeito que eu tenho prática de escrita e nenhuma competência para operar ninguém. O conhecimento é dele. A técnica de transformar conhecimento em narrativa é minha. O livro é dos dois, mas a assinatura é de quem tem o que dizer.

Para quem esse serviço faz sentido

  • Empresários e profissionais liberais com um método desenvolvido na prática, que querem transformá-lo em autoridade e em material de posicionamento.
  • Famílias que querem registrar a história de um pai, de uma avó ou de um negócio antes que a memória se perca.
  • Especialistas e pesquisadores que dominam o assunto mas escrevem em linguagem técnica demais para o leitor comum.
  • Pessoas com uma história grande — de superação, de travessia, de virada — que sabem contá-la em voz alta e travam diante de uma página em branco.

Como a sua voz é preservada

Essa é a pergunta que todo mundo faz, e a resposta está no método. As entrevistas são gravadas e transcritas — o que você diz fica registrado com as suas palavras, o seu vocabulário e os seus vícios de linguagem. A escrita parte daí.

Na prática, os autores costumam ter a mesma reação ao ler o primeiro capítulo: reconhecem o próprio jeito de falar, só que sem as repetições, as digressões e os desvios que a conversa naturalmente tem.

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